sábado, 31 de janeiro de 2009

As TIC no ensino


Uma proposta pensada para melhorar o processo ensino-aprendizagem numa cultura eminentemente tecnológica.

Vídeo apresentado no âmbito da disciplina de Tecnologias Educativas III.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Por fim...

Cá estou eu de novo! Agora que as avaliações acabaram não podia deixar de vir aqui mostrar os trabalhos das minhas colegas sobre o hi5 e my space (aquele assunto que tanto me intrigou!!)... Hi5 educativo?! My space nas aulas?! Hummm.... Difícil, muito difícil! Pois, pensava eu...!

Este post é dedicado, principalmente à Cati e à Sofia que tal como eu, não imaginavam que estas ferramentas pudessem ter um lado pedagógico.

Fica aqui então um bom exemplo:

O blogue;
O Hi5 (Uma boa divulgação do nosso curso!);
My space

sábado, 12 de janeiro de 2008

Por onde tenho andado...

Eu: Olá!
Tu: Então? Já estava na altura de escreveres mais alguma coisa no blogue, não?
Eu: É… eu sei, eu sei. Mas tenho andado a trabalhar!
Tu: Mas não estavas de férias?
Eu: Dizem que é uma espécie de férias…! Agora tenho andado por aqui, por aqui e aqui!
Tu: Bem, isso é que é trabalhar!! É melhor ires continuar a fazer o trabalho então…
Eu: É melhor é, porque é para estar feito já na segunda feira!
Tu: Bom trabalho!
Eu: Obrigada e… até sempre!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Prova de avaliação...

Para desanuviar um bocadinho e como estamos em época de dar e receber, ofereço este presentinho a todos os professores de Portugal!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Chegou a hora da reflexão!

"O que é formidável nisto tudo é que reflectir outra vez nos permite compreender o que se passou, e compreender o que se passou nos leva a perceber o que é necessário fazer para que as coisas aconteçam de forma diferente" (Papert)

Depois de um longo semestre, terminámos as aulas de Tecnologias Educativas II (mas atenção! O trabalho continua!!).
Faço um balanço bastante positivo de tudo o que fizemos nesta cadeira, desde as aulas, onde tive conhecimento de coisas que nunca tinha pensado que podiam existir e onde a teoria não ficou no papel, à realização deste blogue, que me permitiu desenvolver a capacidade para estruturar uma ideia e comunicá-la e que funcionou, também, como um espaço de abertura para o convívio, à leitura do livro de Papert, onde fui tomando contacto com uma série de considerações que apesar de terem sido feitas há uns anos atrás, se ajustam na perfeição aos tempos de hoje.
Pode-se dizer que esta é das poucas disciplinas em que, realmente, há um sentido!
Assim sendo, termino deixando o meu Svidanya (até à próxima no ciberspaço)!!
Deixo-vos agora com um vídeo das Celtic Woman, "Carol of the bells". Provavelmente a melhor musica de Natal de sempre! :)




Feliz Natal e um excelente Ano Novo para todos!

"I am an edublogger"

"I am not a teacher afraid of technology. Or the changes this technology is bringing".

É assim que um professor de matemática, defensor das novas tecnologias em educação, começa esta apresentação:



Este sim, é o exemplo de professor que Papert refere no capitulo VII e que fazem falta nas escolas!

Brinquedos feitos de bits (Capítulo VIII)

Neste último capítulo da obra "A família em rede", Papert faz um comparação entre os brinquedos reais e os brinquedos digitais. O autor fala então das bonecas digitais como "entidades que se parecem com bonecas mas que são constituídas por bits e existem apenas no computador." (pág. 250, cap.8) e, apesar de não lhes podermos tocar, os brinquedos digitais têm "mais personalidade e são capazes de nos causarem mais surpresas" (pág. 250).
Construir brinquedos informáticos pode ser muito produtivo, socializar pela Internet é algo que pode ajudar em muito nas relações entre os sujeitos.... mas será que não nos estamos a esquecer que existe mundo à nossa volta e que podemos aprender muito para além de um monitor de computador ou de um teclado?
Na minha opinião, por mais vantagens que os brinquedos digitais tenham, os brinquedos reais serão sempre insubstituíveis, pois a interacção que a criança tem com os brinquedos reais é algo muito importante para o seu desenvolvimento. Não acredito numa Era em que tudo seja digital, em que seja possível as crianças deixarem de jogar à bola na rua para se enfiarem em casa, nos jogos de futebol do computador. Não acredito e desejo que assim não seja.
Será que os brinquedos digitais, que possuem uma personalidade mais complexa, vão substituir totalmente os brinquedos tradicionais?
É necessário que que se estabeleça um equilíbrio entre os dois tipos de brinquedos e, como refere Papert, são os pais que enfrentam o desafio de assegurar que este equilíbrio se mantenha.
Ainda em relação aos brinquedos digitais, já conhecem o "Scratch"? Encontrei há pouco no blogue "Tempo de teia" esta noticia:
"Equipa do MIT cria linguagem visual para ensinar os mais novos a fazer os seus próprios jogos, animações e musica".

A minha comunidade de aprendizagem online

pode ser definida desta maneira:



(Com a musica lindíssima dos Massive Attack, "Teardrop"!)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Que escola temos? (capitulo VII)

"O computador trabalha depressa, evolui muito rapidamente e cedo originou algumas mudanças em muitos sectores da actividade humana. Mas não na escola." (pág.206).

Num exemplo ilustrado por papert, neste capítulo, é a comparação entre os professores e os cirurgiões do séc. XIX, e é engraçado verificar que os professores ao chegarem a uma sala de aula actual só ficariam admirados com os objectos estranhos, o vestuário dos alunos e professores, corte de cabelo, etc, mas poderiam perceber perfeitamente o que se estava a passar e poderiam muito bem tomar conta da turma. Sim a escola mudou... mas não tanto como isso.

Como refere Papert, é necessário estabelecer uma escala de mudança, que vá da micromudança até à megamudança.
No caso português, por exemplo, o sistema de ensino não está de todo atento às mudanças a nível tecnológico, ou se está não responde de forma eficaz. No trabalho de campo que andamos a desenvolver na cadeira de seminário, vou a uma escola em que tem, pelo menos 6 computadores numa sala de aula mas nenhum funciona!
Deste modo não poderemos competir com os países Europeus como é óbvio, pois a educação não é um estádio de futebol para onde o dinheiro nunca se esgota; a educação não é propaganda eleitoral para onde o dinheiro foge; a educação é só o principal ponto de uma sociedade e aquele que a faz mover mas...

De consumidor a produtor (capítulo VI)

Isto de ser português é chato, deixamos sempre tudo para a última! Há anos que tento saber porquê. A verdade é que as aulas já terminaram e ainda me falta fazer a reflexão de três capítulos. Alguém devia fazer uma tese sobre isto!! Mas vamos ao que interessa.
Ao ler o capitulo VI ficamos com a sensação de que só não aprende quem não quer, pois está tudo à distância de um "clique". Parece tão fácil! Porém, este clique tem de ter significado, teremos que ter compreendido os seus princípios e termos confiança no que estamos a fazer, de tal modo que nos leve a querer e a permitir experimentar coisas novas. Actualmente há programas computacionais que podem ser úteis em várias áreas.

Na minha opinião, um programa pode ser visto como um projecto que pretende ser uma base da construção de algo, proporcionando a aquisição de novos saberes e o desenvolvimento de criatividade aos seus utilizadores. É só preciso ter em conta a fluência tecnológica de cada um.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

domingo, 16 de dezembro de 2007

E-learning Awards

O melhor blogue europeu na categoria "SMART Technologies award for the school of the future" foi ganho por uma professora portuguesa, Teresa D'Eça, com o blogue CALL Lessons 2005-2007.

sábado, 15 de dezembro de 2007

"O e-learning não tem futuro"

..."digo isto pela positiva, não se assustem as pessoas mais entusiastas!"
Quem o disse foi João Paiva, na conferência "E-Learning e Comunidades: no digital, mas mais além…", explicando que a aprendizagem está a ser de tal maneira complementada por recursos digitais, que vai deixar de ser novidade que o learning venha acompanhado do "E" (de electrónico), ou seja, daqui a uns tempos todo o learning será "E".
O e-learning e as comunidades virtuais foram os assuntos mais tratados nesta conferência, sendo um dos pontos mais importantes "pensar no que estamos a aprender, mas também como estamos a aprender".
Entusiasmou-me bastante a forma como João Paiva orientou esta conferência, aumentando e enriquecendo os meus conhecimentos.
Resta-me dar os parabéns à organização que tornou possível a vídeo-difusão deste evento. Para quem quiser ver e rever aqui fica ele!


terça-feira, 11 de dezembro de 2007

E-Learning e Comunidades: no digital, mas mais além…

13 de Dezembro, pelas 18 horas

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade de Lisboa
"Faz-se uma reflexão sobre alguns desafios relacionados com o e-learning no nosso tempo. O estabelecimento de comunidades de aprendizagem a pretexto das novas oportunidades do mundo digital é uma evidência do nosso século, mas as questões mais profundas e dilemáticas estão no fascínio da pessoa humana e dos relacionamentos, sempre além dos bits"

Orador: Carlos Paiva - Professor Auxiliar no Departamento de Quimica, na secção de educação da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Tem como principal interesse as aplicações pedagógicas das tecnologias de Informação e Comunicação.

Eu já me inscrevi aqui!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Twitter - “What are you doing?”


Twitter é um serviço da web, classificada como microblog, que tem vindo a ganhar popularidade em todo o mundo, mas de forma mais visivel, nos EUA, Japão e alguns países da Europa.

Esta ferramenta, ainda muito pouco divulgada e utilizada pelos portugueses, constitui-se como um meio de comunicação fácil e rápido entre os internautas onde podem ser enviados pequenos textos (até 140 caracteres) em tempo real, e através de várias plataformas.

Já tinhamos falado numa das aulas práticas sobre este serviço mas não se chegou a conclusão nenhuma sobre o seu uso, principalmente em contexto educativo. Pois bem, embora possa parecer uma autêntica bisbilhotice, já que o mote do twitter é responder à questão “What are you doing?”, este serviço parece ser util em diversos contextos. Nas minhas pesquisas percebi que é excelente para a divulgação de eventos, e até mesmo, para o acompanhamento dos mesmos, como por exemplo, conferências, colóquios, etc.

Neste sitio podem ver as potencialidades educativas do Twitter e aqui podem ler uma opinião favorável no uso deste serviço. A autora argumenta que o que a leva a ser fã deste serviço é o sentido de presença e o poder de acompanhar o que os outros (que muitas vezes se encontram longe geograficamente) estão a fazer.


(Espero ter contribuido para o esclarecimento do porquê deste serviço tão estranho!)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Google Earth educativo

Para aqueles que, tal como eu, não imaginavam a utilização do Google Earth nas salas de aula, fica aqui um bom exemplo.
Todos os planos de aula aqui presentes dirigem-se a alunos do 3º ciclo e ensino secundário. Parece-me uma excelente forma de abordar as Ciências da Terra.
Este é, de facto, um excelente exemplo de como as tecnologias podem estar ao serviço da educação de modo a favorecer a aprendizagem por parte dos alunos.
Infelizmente não tenho conhecimento da utilização desta ferramenta nas escolas portuguesas, talvez por haver poucos professores que tenham competências para desenvolver um projecto semelhante... é preciso conhecer muito bem o Google Earth, criar vídeos de demonstração, etc!

No entanto, deixo-vos aqui este site onde podem encontrar imensas ideias e dicas para vários projectos.

domingo, 2 de dezembro de 2007

"... Fazer com que os que estão longe fiquem mais perto!"

Estamos na Era dos Computadores, as crianças já nascem a saber o que é a Internet. O estado de ansiedade e impaciência destas crianças e dos jovens, segundo Papert, acelerou a Era da Mudança. No entanto, quem mais “sofre” com esta situação são os Pais, principalmente aqueles, que têm filhos mais velhos que ainda aprenderam a ler e a escrever, ao verem a Rua Sésamo.

Cada vez é mais frequente ver uma criança a jogar play-station ou computador, a ver um DVD ou a ouvir musica, em vez de estar a ouvir as mais belas histórias de encantar. Mais uma vez, quem volta a “ficar por baixo”, são os Pais, que olham para as novas tecnologias de lado, pensando que estas são destruidoras de lares e que “roubam” a atenção das suas crianças.
Mas como tudo na vida, os tempos passam e os hábitos criam-se.
Numa época em que a sociedade exige demais de todos nós e em que as famílias têm cada vez menos tempo para conviverem uns com os outros e para se ouvirem mutuamente, no capitulo 5 do seu livro, Papert alerta-nos para a possibilidade de utilizar o computador como forma de interacção entre pais e filhos e até mesmo entre pais e avós.
"... a necessidade de estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus filhos e verem o computador como um meio para construírem a coesão familiar, em vez de o considerarem um factor de desunião" Papert, 1996:116
O computador pode contribuir de uma maneira óbvia, para o desenvolvimento da cultura familiar de aprendizagem, mas... criticando um pouco aquilo que Papert defende neste capítulo (apesar de apoiar fortemente a importância da cultura familiar), surgem-me algumas duvidas.
Como é que se pode falar em estilos de aprendizagem se as crianças passam mais tempo na escola e nas creches do que em casa com os próprios pais?
Como é que os pais têm tempo para "pensarem sobre a aprendizagem familiar" se o mercado de trabalho exige cada vez mais aos trabalhadores, retirando-lhes cada vez mais o tempo que seria dedicado à família?

Ficam as questões.

domingo, 25 de novembro de 2007

Blogues em educação

Devido ao nosso projecto on-line sobre os blogues na educação, o meu grupo decidiu fazer um vídeo no photostory sobre este tema.
Depois de várias tentativas para colocá-lo no youtube, por razões ainda desconhecidas nunca o conseguimos fazer. Tentámos, então, no Teacher Tube. Finalmente, o vídeo foi aceite... mas apenas durante 18 segundos!! Após mais tentativas em vão e chatear algumas pessoas (obrigada Filipe!!) lá conseguimos.
Com a ajuda da professora Joana e do grupo que está responsável pelo trabalho sobre o youtube, descobri o site Zamzar, onde podemos converter o vídeo no formato flv e, assim, colocá-lo completo no teacher tube!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Apresentações

A ultima aula prática, dia 16/11/07, foi destinada à apresentação em power point (com o máximo de 5 slides) sobre a tecnologia/ferramenta on-line de cada grupo, de modo a dar aos nossos colegas uma ideia do seu potencial pedagógico.
Esta aula foi muito importante porque finalmente se fez "eureka" na minha cabeça sobre o potencial pedagógico do hi5!! Mas confesso que mesmo assim não estou completamente convencida do seu uso na sala de aula...! Talvez daqui para a frente, com a realização do trabalho das minhas colegas, mude de ideias!

Entretanto, deixo aqui disponível a apresentação do meu grupo(com algumas alterações propostas pela professora Joana):


sábado, 17 de novembro de 2007

Valores

Já na recta final do capitulo 4, que menciona os valores da aprendizagem, Papert faz referência a algo que me despertou imensa atenção, visto se tratar de um assunto muito em voga: a Honestidade na Internet, ou melhor, a falta dela!
"As vantagens são imensas, mas, pela mesma razão, os riscos são sérios" (Papert. pp 111)
Quem nunca ouviu histórias de pessoas que mentiam em chats? Que alimentavam uma mentira durante um tempo indeterminado? Que se faziam passar por alguém que não são? Através da Internet muitos deixam de ser quem são para passarem a ser quem gostariam de ser. Mudam de nome, de idade, de morada, de personalidade... tornam-se naquilo que querem que os outros acreditem.
"Toda uma cultura de falsas personalidades cresceu com uma rapidez espantosa". (Papert, pp112)

Infelizmente, existem várias histórias de crianças que se deixaram ir nestas ditas conversas, por ainda não terem perdido a inocência e a ingenuidade próprias da idade. É caso para dizer que apesar da Internet ser um meio extremamente importante para uma criança aprender e crescer intelectualmente, infelizmente, esta "porta aberta" é também um meio para ela se perder.

A supervisão de adultos é a melhor forma de assegurar que as crianças não acedem a informação inadequada. Deve haver uma abordagem mais profunda originária de uma cultura familiar baseada na confiança e na veracidade.

Outro assunto que me chamou à atenção neste capitulo foi o materialismo.

"Devemos assegurar que o facto de alguém possuir computador nunca se tornará num « sinal de estatuto»" (Papert, pp 108)

Será o computador uma forma de exclusão? É uma ferramenta essencial para a elaboração de trabalhos. Mas será que um aluno deve ser prejudicado, na sua avaliação por não fazer os trabalhos no computador? É verdade que esta ferramenta nos ajuda bastante na aprendizagem e nos dá acesso a um quantidade ilimitada de informação, mas é igualmente verdade que nem todos têm acesso a esta ferramenta e que muitas vezes quem não possui computador acaba por ter um estatuto diferente de quem possui.

Para terminar deixo-vos uma questão:

O materialismo pode interferir negativamente com a aprendizagem? O «ter e os outros não» pode ser comparado com «o saber e os outros não»?